AO POEMA

MEIO MEU MEIO DIA MEIO TEU

MEIA VOLTA MEIO ATEU

MEIA SOLTA TUDO MEU

TUDO MEIO NO MEIO

EU MEIO AMEI-O

 

Poemas Rarefeitos

Moraes



Escrito por Moraes às 09h14
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"Minha Terra, Nossa Gente"

Tive a grata surpresa de ter um poema meu publicado na atualização do livro "Minha Terra, Nossa Gente" do meu grande amigo Luiz Carlos de Lima.

O Relançamento acontecerá no dia 27/04/07 sexta-feira, às 19h, na atual Câmara Municipal de São José dos Campos.

Eis aí um revolucionário, um homem de palavras , idéias e ações exemplares.

Saudações Moraeseanas



Escrito por Moraes às 20h23
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                                                  "Só conquistamos a verdadeira liberdade quando compreendemos que nós não somos livres" (Espinosa.filósofo)
                                                    Sendo assim, cabe a quem tem compreensão da desgraça, da miséria e da alienação humana provocar a reflexão para reavivar no homem a idéia dos seus limites, pois em não havendo essa preocupação, legitima-se a burrice, a mediocridade que hoje são características presentes na banalização das relações humanas e da vida no seu sentido mais absoluto.
                                                    Mesmo que estejamos nadando contra a maré, é preciso que se registre que há alguém nadando contra a maré.

Saudações Moraeseanas



Escrito por Moraes às 19h58
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DIGA NÃO!

AO LOTEAMENTO MISTO AQUÁRIUS!

 

Há vários motivos para rejeitá-lo. A saber:

 

  1. São José já sofre as conseqüências da conurbação (emendação das cidades), que provoca um grande custo para a sua manutenção. Com mais esse “empreendimento” poder-se-á acentuar aind mais esse fenômeno na cidade e região. Afinal, desejamos para o município e o Vale do Paraíba o mesmo gigantismo degenerado de São Paulo, Guarulhos e o ABCD?
  2. Esse loteamento misto (casas e indústrias no mesmo espaço geográfico) de quase 4 milhões de metros quadrados com 1859 unidades residenciais, incluindo 76 lotes industriais, abrigando 24 mil pessoas, provocando a circulação de aproximadamente 10 mil automóveis por dia situar-se-á na Região Leste (ao lado da antiga Solectron)cuja malha viária já está insustentável, além de conviver traumaticamente com a quarta maior refinaria do Brasil, a REVAP, responsável em grande parte pela poluição do município ampliará as suas unidades configurando-se como um pólo petroquímico. Portanto, a Região Leste que sofre um forte adensamento populacional e é sem dúvida uma área de risco comprometida com o passivo ambiental (poluição do ar, solo, subsolo, lençóis freáticos) não pode se submeter a esse estado de coisas.
  3. Até 2050, segundo dados oficiais publicados nos jornais locais, circularão no Vale do Paraíba quase 3 milhões de automóveis. Somente em São José houve um crescimento de automóveis circulando de 73% na última década. Com mais esse “empreendimento”, que com certeza servirá como um pólo de atração, a qualidade do ar já comprometida devido a geografia da região e sua baixa ventilação afetará ainda mais a saúde dos munícipes que são vitimas de doenças respiratórias, haja vista o excesso de ozônio e gás carbônico na nossa atmosfera.
  4. Num momento em que se defende a água, tal “empreendimento” será realizado sobre nascentes e remanescentes de Mata Atlântica, portanto, incompatível com o discurso preservacionista em curso.

 

Sendo assim, o Loteamento Misto Aquárius é e será um agente potencializador de conurbação e mais um colaborador para que a nossa região se transforme dentro em breve numa macrometrópole insustentável. Como há um acumpliciamento dos governos federal, estadual e municipal, partidos políticos, sindicatos, ONG’s, poder judiciário, salvo exceções, é preciso que a população entenda que a qualidade de vida na cidade e região somente será garantida na medida que os limites para o seu crescimento forem estabelecidos. Não podemos aceitar que empresários e políticos de má fé continuem a enxergar São José e o Vale do Paraíba como caixas registradoras.

Exigimos que a Agenda 21 seja respeitada e implantada para que não sejamos taxados de irresponsáveis pelas futuras gerações.

 

  

Assinam este documento:

José Moraes Barbosa e Ricardo Ferraz

Professores e Ambientalistas



Escrito por Moraes às 23h29
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                                                           O Panfletário

                                                      Fragmentos Urbanos

 

Há vinte anos (1986-2006) o poeta José Moraes Barbosa distribui panfletos poéticos, os quadriláteros de papel jornal, pelas praças, ruas, bares, faculdades, sindicatos visando aproximar o leitor da poesia, traduzida na multiforme floração cotidiana da urbanidade joseense. Os poemas se apresentam como lentes de aumento dos contrastes que delineiam provocando em muitos momentos uma leitura cáustica da modernidade cujas reações são inebriantes e depressivas que caracterizam os traços marcantes da grande cidade. Assim sendo, acompanhando as pulsações dos ícones urbanos o poeta se projeta como um anti-herói na obsessiva tentativa de converter a sua linguagem poética, que de panfletária é a própria expressão da metalinguagem, num ato de indignação e denúncia ao insolidarismo social cuja tipificação amolda-se na solidão coletiva da urbanidade.

Agora, os panfletos transformados em vinte quadros, convidam o leitor a permitir-se no espalo objeto da cidade como co-intérprete da sua criação.

 

Saudações Moraeseanas




Escrito por Moraes às 22h32
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